
A estratégia do PMDB em adiantar para dia 6 de fevereiro a convenção que poderá ratificar o presidente da Câmara, Michel Temer (D), como comandante do partido, visa a oficializar as negociações em torno da chapa PT-PMDB nos estados, a priori, e não reforçar seu nome como vice na chapa de Dilma Rousseff (PT) – embora ele seja o mais forte cotado. Uma vez reconduzido à presidência do partido, Temer levará ao presidente Lula e a Dilma a estratégia de fechar os palanques regionais para a coligação e evitar debandadas. A maior preocupação está no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Pernambuco. Não por acaso, foram os delegados desses estados que se ausentaram ontem na reunião da executiva do PMDB no gabinete de Temer, na Câmara. (JB Online)
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