Os diretores alvi-azuis já afirmaram: o clube passará por uma reformulação visando a temporada 2010. Para isso, demitiu jogadores que há muito tempo vestiram as cores do Papão, como o atacante Balão e o meio campo Lecheva. Mas e o atacante Zé Augusto, onde fica nessa história? O caso é que o jogador, entre idas e vindas há 12 anos na casa, tem muitas pendências financeiras a tratar com aquele que já afirmou ser “seu time do coração”.
O mandatário máximo do clube, Luiz Omar Pinheiro, já disse que está pensando na situação do “Zé da Fiel” – e que ainda não queria se pronunciar sobre o fato. A saída seria um cargo de diretor de futebol para o atacante, como forma de que as dívidas, aos poucos, pudessem ser sanadas de forma que as duas partes não saíssem no prejuízo. Mas o Zé da Fiel ainda não quer abandonar os gramados.
“Esse não é o momento disso acontecer. Pelo que eu treino, pelo que eu faço pelo Paysandu e pela minha vontade, acho que eu ainda tenho força para ajudar dentro de campo. Eu tenho certeza que o presidente (Luiz Omar) sabe disso, a gente conversa e acredito que eu ainda posso fazer muitos gols pelo Paysandu e dar alegrias ao torcedor. A conversa que eu quero é para renovar o meu contrato”, explicou o atacante.
E as pretensões políticas de Zé Augusto já estão formadas. O jogador já está filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), e acredita que, no futuro, poderá contribuir com o Paysandu e a população do Estado, mas sem que isso signifique uma representação de aposentadoria. (Diário do Pará)
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