
O G20 também deve conclamar os 186 Estados membros do FMI a ratificar a reforma decidida em 2008 mas nunca aplicada por falta de quórum.
"Esta decisão histórica e a emergência do G20 como fórum central para a cooperação econômica internacional assentarão as bases para uma parceria aprofundada na política econômica mundial", declarou Strauss-Kahn, citado em comunicado.
A nova repartição das cotas ainda tem que ser negociada, destacou. (France Presse).
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